Friday, February 10, 2006

Para onde se dirige o olhar doce e triste da jovem? Em que pensará? As respostas sugeridas pela imagem podem ser muitas, mas a verdadeira é quase chocante de tão banal. A jovem ergueu os olhos serenos, quase místicos, para o écran onde passavam os horários dos comboios. (Porto, Estação de Campanhã, 2004)